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Masturbação Feminina, um Guia Sem Tabus para Te Conheceres Melhor

Resposta rápida

A masturbação feminina é uma forma natural de prazer e de autoconhecimento, segura e saudável. Está associada a um sono melhor, a menos stress e a uma relação mais à vontade com o próprio corpo, o que facilita comunicar o que dá prazer na vida a dois. Se procuras companhia adulta com discrição, vê os perfis verificados por distrito.

Masturbação Feminina, um Guia Sem Tabus para Te Conheceres Melhor

A masturbação feminina é uma forma natural de prazer e de autoconhecimento, e continua rodeada de mais tabus do que devia. Além do prazer em si, está associada a um sono melhor, a menos stress e a uma relação mais à vontade com o próprio corpo, o que também se reflete na vida a dois.

Ainda assim, muitas mulheres crescem com a ideia de que é algo de que não se fala, ou que só faz sentido para quem está sozinha. Nada disso é verdade.

Neste guia ficas a saber o que diz a investigação sobre os benefícios, que mitos ainda pesam, como conhecer melhor o teu corpo, por onde começar, que acessórios valem a pena e como levar esta descoberta para a relação.

O que diz a ciência sobre os benefícios da masturbação feminina

Durante o orgasmo, o corpo liberta substâncias como as endorfinas e a oxitocina, associadas ao relaxamento, à sensação de bem-estar e ao alívio da tensão. É por isso que tantas mulheres descrevem o autoprazer como uma forma eficaz de desligar.

O sono é um dos benefícios mais estudados. Num inquérito publicado em 2019 na revista Frontiers in Public Health, com 778 adultos, mais de metade das pessoas que se masturbaram até ao orgasmo antes de dormir disseram ter dormido melhor, e quase metade adormeceu mais depressa. Só uma pequena minoria relatou o contrário.

Há também dados curiosos sobre a dor. Num estudo da Universidade de Münster, publicado em 2013 na revista Cephalalgia, cerca de 60% das pessoas com enxaqueca que tiveram atividade sexual durante uma crise relataram alívio, parcial ou total. Não é um tratamento, mas mostra que o prazer tem efeitos reais no corpo.

Por fim, conhecer o próprio corpo ajuda a perceber o que funciona e a comunicá-lo com mais facilidade, o que reduz a ansiedade e torna a intimidade a dois mais tranquila.

Os mitos que ainda pesam

Apesar de se falar cada vez mais de saúde sexual, a masturbação feminina ainda carrega preconceitos que impedem muitas mulheres de o viver com naturalidade:

  1. “É coisa de quem está sozinha”: a masturbação não substitui ninguém. Não há nada de errado em mantê-la estando casada ou numa relação estável.
  2. “Faz mal à saúde”: é um mito sem base científica. A masturbação é segura e não provoca lesões nem perda de sensibilidade.
  3. “Diminui o desejo pelo parceiro”: pelo contrário, ajuda a manter a libido ativa e pode melhorar a cumplicidade a dois.
  4. “As mulheres não sentem essa necessidade”: o desejo não tem género. O corpo feminino tem o seu ritmo próprio, e procurar prazer é perfeitamente natural.
  5. “Vicia”: para a grande maioria das pessoas, é um hábito saudável e equilibrado. Só quando se torna compulsivo e começa a interferir com o dia a dia faz sentido falar com um profissional de saúde.

Conhecer o próprio corpo

O ponto de partida é conhecer a anatomia, um território que muitas mulheres nunca exploraram com calma, muitas vezes por causa desses mesmos preconceitos. O clitóris é o centro do prazer feminino e é bem maior do que parece: a parte visível, a glande, fica no topo da vulva, mas a maior parte da estrutura está no interior, com milhares de terminações nervosas que se prolongam por baixo dos tecidos e aumentam de volume com a excitação.

Dentro do canal vaginal, a zona mais falada é o chamado ponto G, na parede anterior da vagina. A sua existência como estrutura própria ainda é debatida pela ciência, mas muitas mulheres descrevem essa área como especialmente sensível. Em algumas, a estimulação dessa zona está associada ao squirt.

O prazer, no entanto, não se resume a estes pontos. O pescoço, a nuca, a parte interna das coxas ou os seios podem ser igualmente importantes. Cada mulher tem o seu próprio mapa de sensações, e a forma de o descobrir é dar-lhe tempo, sem regras rígidas nem pressa de chegar a lado nenhum.

Técnicas para começar

O melhor é encarar o momento como tempo dedicado a ti, sem pôr o orgasmo como objetivo. Começa por criar um ambiente acolhedor e privado, sem interrupções, com uma temperatura agradável e luz suave. Um banho morno antes ajuda a relaxar e a desligar a cabeça dos problemas.

Avança devagar, com toques suaves nas zonas à volta antes de te concentrares nos pontos mais sensíveis. Experimenta ritmos, intensidades e pressões diferentes para perceber como o teu corpo reage. Um lubrificante de base aquosa torna tudo mais confortável.

A respiração também conta: inspirações profundas e calmas ajudam a relaxar a zona pélvica e a sentir mais. Para quem quer fortalecer essa musculatura, os exercícios de pompoarismo são um bom complemento.

Para começar com tranquilidade:

1. Privacidade: um momento e um espaço sem interrupções.

2. Sem objetivo: o foco é sentir, não chegar ao orgasmo.

3. Devagar: das zonas à volta para as mais sensíveis.

4. Lubrificante: de base aquosa, para mais conforto.

Acessórios para quem quer explorar

Mulher adulta deitada num sofá verde com uma camisa de noite de cetim rosa, a segurar um acessório íntimo cor de coral, brinquedos para masturbação feminina

Os acessórios são uma boa forma de descobrir novas sensações. Os vibradores continuam a ser os mais populares, tanto para estimulação externa como interna. Os estimuladores de clitóris por ondas de pressão de ar ganharam espaço por estimularem sem toque direto, uma sensação diferente que muitas mulheres apreciam.

As bolas de pompoarismo são outra opção, mais ligada à saúde íntima, porque ajudam a trabalhar a musculatura pélvica.

Acessório Para que serve Indicado para
Vibrador Estimulação externa ou interna Quem quer variar a intensidade
Estimulador por ondas de ar Estimulação do clitóris sem toque direto Quem tem mais sensibilidade
Bolas de pompoarismo Trabalho da musculatura pélvica Quem quer cuidar da saúde íntima

Seja qual for o modelo, presta atenção aos materiais. Silicone de qualidade médica, ABS ou vidro borossilicato são materiais não porosos, mais fáceis de limpar e mais seguros para o corpo. Lava os acessórios antes e depois de cada utilização, com água morna e sabão neutro ou um produto de limpeza próprio, e guarda-os numa bolsa limpa, longe da humidade e do sol.

Novos caminhos para o prazer

Na OneSugar encontras perfis verificados nos 18 distritos de Portugal, com contacto direto e discrição desde o primeiro momento.

Como levar a descoberta para a relação

Conhecer os teus pontos mais sensíveis e os ritmos que funcionam a sós torna muito mais fácil explicar o que te dá prazer. Em vez de esperar que o parceiro adivinhe, o autoconhecimento serve de guia para descobrirem juntos o que resulta, e é um complemento natural a qualquer conversa sobre como aumentar o desejo feminino.

A transição pode ser gradual, por exemplo através da masturbação a dois. Além de ser um gesto de confiança que costuma excitar ambos, mostra ao parceiro, melhor do que qualquer explicação, o que funciona contigo. É uma aula prática sobre como dar prazer a uma mulher.

E a melhor estratégia continua a ser conversar abertamente. Masturbar-se não significa estar insatisfeita com a vida sexual do casal. O prazer a sós e a intimidade partilhada podem conviver bem e até reforçar a relação.

A masturbação feminina é saúde, prazer e autoconhecimento, e quanto melhor conheces o teu corpo, mais fácil é viver a intimidade sem tabus. Se procuras companhia adulta com discrição, a OneSugar tem perfis verificados por distrito em todo o país.

Nota: conteúdo para maiores de 18 anos. Este artigo é informativo e não substitui o aconselhamento de um profissional de saúde.

Perguntas frequentes

Sim, é perfeitamente normal e saudável. O autoprazer não substitui o parceiro: é uma forma de explorar a própria individualidade, aliviar o stress e manter a libido ativa, o que pode até beneficiar a relação.

Não existe um número certo. O ritmo depende do desejo de cada mulher, e a prática é saudável desde que traga bem-estar e não interfira com o dia a dia.

Sim. Ao descobrires os toques, ritmos e pressões que funcionam contigo, torna-se muito mais fácil explicar ou mostrar ao parceiro o que te dá prazer.

Muitas pessoas dizem que sim. Num inquérito de 2019 com 778 adultos, mais de metade relatou dormir melhor depois de um orgasmo por masturbação, e quase metade adormeceu mais depressa.

Sim, sobretudo na anatomia e no tempo de resposta. A masturbação feminina envolve muitas vezes uma exploração mais ampla de zonas erógenas e pode precisar de mais tempo até ao orgasmo.

São, desde que sejam de materiais não porosos, como silicone de qualidade médica, ABS ou vidro borossilicato, e que sejam lavados antes e depois de cada utilização.

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Publicado pela Equipa OneSugar Conteúdo editorial sobre vida noturna, encontros e bem-estar íntimo em Portugal, revisto para adultos 18+.